| Século XX |
|
1950 A alta estima cresce no pós guerra. Com ela a feminilidade, sexualidade e a altura dos saltos finos. O símbolo pode ser traduzido por Marilyn Monroe. No rock, Elvis Presley, trouxe para a juventude dançar, muito tenis, sapatilhas e botas pretas. |
|
|
|
1960 Os jovens assumem definitivamente um lugar de destaque. Com eles a rebeldia, os Beatles, Bob Dilan, Andy Warhol, a pílula anticoncepcional, a mini-saia e a experiência do homem alcançando a Lua. Os sapatos refletem o novo através de cores, texturas, formas e estilos. |
|
1970 Um tumulto cultural, entre hippies e punks, o escândalo do Watergate , a Guerra do Vietnã, os Embalos de Sábado à Noite. Os sapatos nesta década puderam experimentar de tudo. O psicodélico existia. O unissex também. A extravagância era a marca registrada nos saltos, nas plataformas, nas cores , estampas e materiais em geral. |
|
|
|
1980 O excesso de capital foi a marca desses anos. Vieram yuppies, punks, Madonna, Prince e Michael Jackson. Para acompanhar, os sapatos seguem a tendência dos estilistas japoneses, com muito preto, saltos baixos, modelos fechados. Começa a era “culto ao corpo” e com ela as grandes campanhas publicitárias, para marcas famosas de tenis. |
|
1990 A diversidade entre tantos temas como internet, ecologia, espiritualidade, tatuagem, piercings, top models, esoterismo, tecnologia, clones... Faz com que os sapatos sejam livres nos estilos. São plataformas, saltos finos, bicos finos, quadrados, diversos materiais nas mais diversas cores. Assim, cada um de seus usuários podem optar pelo que modelo que melhor traduza sua forma de viver. |
|
![]() |